Monthly Archives: Abril 2013

Dois poetas de dois mundos – A poesia de Jaime Rocha e M. Parissy

folhetomparisy3Dia 2 de Maio, às 16h00, no museu do Neo-Realismo, em Vila Franca de Xira

Jaime Rocha é um poeta português mais conhecido pela sua actividade como dramaturgo e romancista.

É autor de 15 peças levadas à cena em Portugal e no estrangeiro, entre as quais se destacam “Homem Branco Homem Negro”, “Seis Mulheres Sob Esc

uta” e “O Terceiro Andar”, obras que ganharam distintos prémios literários. A sua obra poética está publicada em mais de uma dezena de livros. Jaime Rocha é um poeta cuja linguagem obedece a referências culturais que desarmam os leitores menos informados. Em Portugal há muitos poetas com obra publicada que não conseguem ler a poesia de Jaime Rocha (pseudónimo do jornalista reformado, Rui Ferreira e Sousa), editada pela Relógio D’Água e que ganhou recentemente o prémio do Pen Clube.

M. Parissy é nome de poeta que esconde o de um outro jornalista (Mário Galego) mas ainda no activo na redacção da Antena 1. A sua poesia contrasta em quase tudo com a de Jaime Rocha. É um poeta de editoras marginais e de uma obra muito distinta que remete para a aventura da linguagem sem obedecer a escolas ou grupos. Tem publicado, entre outros, os livros “Corpo Indómito”, “Dublin e Tu”, “Morte Com Dedos Em Ferida” e “Mãos de Arquipélago”.

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“Fazer boa televisão é muito caro e Portugal é um país pequeno e pobre”

Numa iniciativa de O MIRANTE o crítico de televisão Eduardo Cintra Torres conversou também sobre telenovelas e publicidade

Um dos mais polémicos e mediáticos críticos de televisão em Portugal considera existir cada vez mais publicidade inserida subliminarmente nas telenovelas, nos programas de televisão e mesmo nos telejornais. Diz que escreve por sentir que está a prestar um serviço público e já criou uma “carapaça” para lidar com as críticas.

O crítico de televisão, publicidade e professor universitário, Eduardo Cintra Torres, considera que o país é pequeno e pobre para se criarem mais canais de televisão regionais. Era preciso contar com o apoio de várias forças regionais para um projecto desta natureza avançar e não ficar submetido ao poder local. “Quantos mais canais existirem melhor, se as pessoas querem deve aparecer, mas existem vários problemas. É caro fazer televisão e se não se produzir algo com qualidade acaba por não ser bom nem para os espectadores nem para quem investe”, explicou.
Sobre as pressões que existem por parte do poder político, o crítico aproveitou ainda para sugerir que o Governo criasse o seu próprio canal. “O canal Parlamento poderia servir por exemplo para os deputados eleitos por Santarém organizarem debates, responderem a cartas ou emails de eleitores, porque não?”, questionou.
Eduardo Cintra Torres que dá aulas sobre Televisão, Publicidade, Ética da Comunicação e Técnicas de Comunicação Audiovisual na Universidade Católica Portuguesa, esteve durante a tarde de sexta-feira, 19 de Abril, no Museu do Neo-Realismo, em Vila Franca de Xira, a convite de O MIRANTE, para participar no segundo de uma série de encontros que o jornal organiza, denominados “Conversas sobre Cultura e Política no Ribatejo”.
Inquirido sobre a viabilidade de se criar uma telenovela para um canal de televisão regional, aproveitando até recursos da própria comunidade, Eduardo Cintra Torres acredita que é algo que só resulta com um grande investimento. “A novela é um produto cultural, mas também industrial. Um produto com pouco investimento na produção dificilmente conseguirá ter sucesso porque se notava logo a diferença quando se pode ver uma coisa mais bem feita”, notou.
O crítico, que tem vários livros publicados, de onde se destaca “A Tragédia Televisiva” (Lisboa, ICS, 2006), considera que as “novas gerações consomem menos televisão” e que o próprio consumo está a mudar. “Hoje a televisão já se libertou do próprio televisor. Podemos ver um programa no computador, assistir a sete episódios de uma série de uma só vez sem sermos obrigados a vermos os anúncios”.
Eduardo Cintra Torres aproveitou para enumerar alguns exemplos de publicidade que aparece cada vez mais “subliminarmente” dentro das telenovelas, em programas de televisão ou mesmo nos telejornais. “A publicidade vai entrando cada vez mais nos conteúdos. Numa telenovela existe sempre uma mercearia ou um bar onde as marcas colocam os seus produtos. É um tipo de publicidade que já está legalizada. Vivemos uma televisão que já está cheia de marcas”, considerou.
Deu como exemplo o último filme do agente secreto James Bond. “Demoraram algum tempo porque ainda não tinham arranjado todas as marcas que pagam para os seus produtos aparecerem. O James Bond era um bêbado e agora aparece a beber coca-cola”, ironizou. Defende que os publicitários precisam mais do que nunca de serem inventivos já que é possível ver programas de televisão e saltar os anúncios. Em relação à edição impressa dos jornais, considera que os cadernos de classificados têm “tendência a desaparecer”, mas por enquanto continua a existir público.

“Ser insultado por gente medíocre é mais uma medalha”
Sobre as críticas que muitas vezes recebe por causa dos seus textos, Cintra Torres considera que se distingue “por não ter receio de escrever”. “Escrevo sempre o que acho que devo escrever. Escrevo por serviço público. Quando o anterior Governo começou a atacar as liberdades, a pressionar determinados media (…) senti-me na obrigação moral de escrever. Entrei por esse caminho que me valeu muitos insultos e três processos em tribunal”, recordou.
Desabafou que nessa altura não foi fácil digerir as críticas e a “opressão” que sentiu, mas com o tempo também ganhou uma “carapaça”. “Muitas pessoas ao lerem um adjectivo forte sobre alguma coisa que fizeram, respondem insultando as pessoas”. Na maioria das vezes, recusa-se a responder aos “insultos”. “Ser insultado por gente medíocre é mais uma medalha que ponho no peito”, concluiu o crítico, que garante nunca ter recebido “prendas” ou sofrido tentativas de “suborno” das marcas por causa dos seus textos de crítica.

Jovens questionam Eduardo Cintra Torres
A assistir à conferência com Eduardo Cintra Torres, inserida nas comemorações do 25º aniversário do jornal O MIRANTE, estavam cerca de 30 alunos do 10º ano do curso de Línguas e Humanidades, da Escola Secundária de Alves Redol. Diogo Couceiro, 15 anos, foi um dos dois alunos que se destacaram pela pertinência da sua questão: “Qual a influência das telenovelas, positiva ou negativa?”, inquiriu o jovem. A resposta curta, mas incisiva mereceu toda a atenção do orador, que prontamente mostrou a dualidade dos efeitos das telenovelas na sociedade, afinal estas tanto auxiliam “a aprender algo sobre o mundo real”, como são “produtos narcóticos”, que viciam, confessou o crítico de televisão e publicidade.
Da mesma turma do Diogo, também Carolina Santiago, 16 anos, escutou com atenção as palavras de Cintra Torres. “Foi a primeira vez a que assisti a uma conferência sobre televisão e publicidade e sinceramente gostei bastante”, confessou ao O MIRANTE a jovem que aspira ser jornalista. É através do seu blogue de moda, Heaven Rose, que Carolina contacta com o mundo, uma forma de explorar a cidadã jornalista que existe nela, visto que é como se criasse a “própria revista de moda”. A curiosidade da Carolina levou-a a questionar Cintra Torres sobre o futuro da publicidade nos blogues, uma vez que é através do seu blogue, que frequentemente é contactada por marcas com a finalidade de divulgar determinados produtos aos leitores. Uma “nova forma de publicidade”, assim a denominou Cintra Torres, que preferiu não dar palpites sobre a sua viabilidade no futuro, pois em tom de brincadeira referiu: “tenho um defeito enorme, não sou bruxo”. Agradada pelo conteúdo da conferência, Carolina destacou o interesse da temática abordada na conferência, assunto que a tem feito estar mais atenta e até a comentar com quem a rodeia os detalhes da publicidade que surge “subliminarmente” no dia-a-dia televisivo, nomeadamente nas telenovelas.

Eduardo Cintra Torres no Museu do Neo-Realismo

Conversas sobre Cultura e Política – dia 19 Abril, às 16 horas. Entrada livre

Eduardo Cintra Torres, crítico de televisão e de publicidade e professor auxiliar na Universidade Católica Portuguesa onde dá aulas sobre Televisão, Publicidade, Ética da Comunicação e Técnicas de Comunicação Audiovisual é o orador convidado para mais uma conferência inserida nas comemorações do 25º aniversário do jornal O MIRANTE. A iniciativa intitulada Lisboa aqui tão perto – Conversas sobre Cultura e Política no Ribatejo, decorre dia 19, sexta-feira, a partir das 16h00 no Museu do Neo-realismo em Vila Franca de Xira. Considerado por muitos como o mais polémico e mediático crítico de televisão em Portugal, Eduardo Cintra Torres tem dezena e meia de livros publicados, um dos quais é a sua tese de mestrado intitulada “A Tragédia Televisiva” (Lisboa, ICS, 2006). “A multidão e a televisão. Representações contemporâneas da efervescência colectiva” é o título da sua tese de doutoramento ainda não publicada em livro. As áreas que mais lhe interessam são os estudos televisivos numa perspectiva sociológica e de análise textual, a análise de publicidade e a sociologia da literatura. Neste último domínio já publicou meia dúzia de artigos sobre as representações da multidão na literatura no período aproximado de 1870-1930, em especial a portuguesa, mas também a francesa.

Adelino Gomes considera um acto de coragem fazer jornalismo regional

Em mais uma iniciativa de O MIRANTE o jornalista falou também sobre a verdade

O autor de “Nos Bastidores dos Telejornais – RTP, SIC e TVI” defende que muitas falhas nos noticiários que normalmente são atribuídas a pressões dos patrões, acontecem por desleixo, preguiça e desatenção dos jornalistas. Para ele o estudo da língua portuguesa e das regras da profissão só acabam com a morte.
O jornalista Adelino Gomes considera que fazer jornalismo de proximidade, na imprensa regional, é um verdadeiro acto de coragem porque implica viver diariamente com as pessoas que são alvo das notícias. Dando como exemplo o seu colega de profissão Tolentino da Nóbrega, que trabalha e reside na Madeira, de quem disse ter sido “ (…) a pessoa mais vezes visada nas notas oficiais do Governo Regional”, Adelino Gomes fez questão de explicar que quando fala em fazer jornalismo, se refere ao exercício da profissão de acordo com as regras que a regem, nomeadamente o código deontológico.
“Onde eu acho que o jornalismo é verdadeiramente um acto de coragem e muitas vezes uma acto de coragem não só intelectual, como deve ser, mas também de coragem física, é nos pequenos meios onde o jornalista encontra fisicamente, no café, na rua, todos os dias, aqueles que são objecto da sua vigilância crítica profissional. No altar de figuras que eu admiro estão os jornalistas que conseguem exercer a profissão nesses locais, em respeito pelo código deontológico, pelo exercício do contraditório e em respeito pelo outro”, explicou.
Adelino Gomes, que exerceu a actividade de jornalista entre 1966 e 2008, de forma regular, na rádio, televisão e jornais, sendo considerado como uma referência do jornalismo nacional, esteve em Vila Franca de Xira, na quarta-feira, 10 de Abril, ao final da tarde, no auditório do Museu do Neo-Realismo, a convite de O MIRANTE, para participar no primeiro de uma série de encontros que o jornal organiza, denominados “Conversas sobre Cultura e Política no Ribatejo”.
Comentando uma reflexão da presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Maria da Luz Rosinha (PS), que participou na iniciativa, sobre a eventualidade de terem sido alterados os manuais de jornalismo e de já não existir código deontológico da profissão, o orador disse que o código está em vigor e que o problema é do seu incumprimento por alguns. “O decálogo (Dez Mandamentos) também não está a ser cumprido por todos os cristãos”, deu como exemplo.
Respondendo à autarca, sobre a verdade no jornalismo – “exijo que as notícias sejam verdadeiras” – Adelino Gomes defendeu o jornalismo como uma procura incessante da verdade e lembrou que os jornalistas não têm o tempo que têm os sociólogos ou historiadores para investigar determinados assuntos e que mesmo esses acabam por ver muito daquilo que escreveram, desmentido por novas investigações. “Os historiadores andam à procura de D. Sebastião. Ainda não o encontraram. Ainda há discussão sobre onde estão os restos mortais do rei D. Sebastião. O jornalista não tem esse tempo todo. Quando se diz que o jornalista não diz a verdade e devia dizer a verdade, é necessário perceber o que é a verdade em jornalismo? O jornalista tem uma obrigação de buscar a verdade mas quando o jornalista tem que publicar, o que se lhe exige é responsabilidade. Exige-se-lhe que, no momento em que publica uma notícia, tenha investigado o suficiente para estar convencido que aquilo que escreveu é verdade”, afirmou.
Adelino Gomes, que lançou recentemente o livro “Nos Bastidores dos Telejornais – RTP 1, SIC e TVI” (Edições Tinta da China), diz que alguns erros atribuídos a pressões dos patrões dos media são da responsabilidade dos jornalistas “(…) por preguiça; desleixo; distracção; cansaço…). Ainda sobre as relações entre jornalistas e patrões, defendeu que “a melhor lealdade dos jornalistas para com os meios de comunicação social em que trabalham é serem melhores jornalistas. É darem-lhe cachas (notícias em primeira mão). É darem-lhes boas reportagens. É estarem em todo o lado quando é necessário. É irem mais longe e mais fundo que os outros. É darem-lhes credibilidade. É serem leais aos princípios do jornalismo. É conhecerem a situação da empresa para a qual trabalham e não fazerem exigências absurdas”.

“Um jornalista tem que estudar a língua todos os dias”
Adelino Gomes confessou que apesar de não estar a exercer a profissão de jornalista ainda acorda a meio da noite a pensar como há-de abordar determinado assunto ou como deve abrir determinada reportagem. Ao fim de 42 anos a trabalhar em diversos meios de comunicação social diz que, para um jornalista, a aprendizagem da língua portuguesa e da profissão só acabam com a morte. “O jornalista tem que estudar todos os dias a língua portuguesa e amá-la. E tem que estudar todos os dias as questões relacionadas com a profissão. Rever todos os dias a matéria dada”.
No início da conferência, o orador leu os primeiros parágrafos da “Apresentação” do seu livro, onde pede desculpa por uma “espécie de arrogância” dos jornalistas da sua geração. “As audiências funcionavam para nós como uma massa indefinida, um bruá. De onde aceitávamos que emergisse uma voz para escrever uma carta, pedir um disco, participar num concurso ou, vá lá, ilustrar uma peça sobre a desvalorização do escudo, uma remodelação governamental, um desastre, um crime”. Já no final, respondendo a uma jovem jornalista que o questionou sobre se a postura de alguns recém-licenciados que chegam às redacções convencidos que já sabem tudo, também não será um acto de arrogância, Adelino Gomes disse esperar que a nova geração de jornalistas também seja capaz de fazer a sua autocrítica.

O emigrante que escreve romances e poemas

Martin Santos apresenta novo romance e livro de poemas

“A voz que não ouvi” é o título do novo romance biográfico de Martin Santos que surge no seguimento de outro livro, publicado em 2012, intitulado “Esplendor no Horizonte”. A obra “Reflexões Rimadas – 2º volume” é a continuação do primeiro e reúne poesia que o autor escreveu nos últimos anos. Os dois livros foram apresentados na tarde de sábado, 6 de Abril, no auditório da Quinta das Pratas, no Cartaxo, juntando muitos familiares e amigos.
O autor é emigrante na Suíça onde trabalha para o Estado como avaliador de imóveis depois de ter experimentado todo o género de trabalho e privações. Martin Santos nasceu em Pombal, distrito de Leiria, mas foi viver para o Cartaxo ainda menino. A escrita é uma das suas paixões. A sua obra é inspirada na escola da vida e, segundo o autor, procura ser testemunho da sua forma peculiar de ver o mundo.
Na contracapa de ambos os livros uma amiga de infância do autor, Rosa Madeira, uma conhecida artista dos palcos portugueses internacionais, escreve sobre Martin Santos. Rosa Madeira recorda a timidez de Martin Santos e das horas “infindas” a desenhar palavras quando eram os dois meninos e companheiros de escola.
A paixão pela escrita vem dos tempos de criança. “A tua escrita evidencia-se pela clareza, simplicidade e honestidade das palavras. É ainda evidente, na prosa e na poesia, o teu apego aos valores, aos sentimentos reais, à família e ao amor”, escreve a amiga do autor na contracapa de um dos livros.
Sob a chancela da editora Terra-Branca, o romance “A voz que não ouvi” tem 254 páginas e o livro de poesia “Reflexões Rimadas” 135 poemas distribuídos por 134 páginas. O editor, Joaquim António Emídio, salientou o texto da contracapa dos livros de Martin Santos como o pormenor que faz a diferença. Joaquim Emídio refere que a inclusão do testemunho faz a diferença e é um selo que o autor aceitou colocar na sua obra escrita.
“Os escritores não valem apenas pela sua obra mas também por aquilo que são enquanto pessoas”. “Os mecanismos da escrita são como os mecanismos do amor”. “Regra geral os escritores são pessoas muito empenhadas no exercício da cidadania ”, afirmou durante a sessão de apresentação.
O vereador da Cultura da Câmara do Cartaxo, Fernando Martins, destacou a força de vontade e empenho de Martin Santos, que não sendo cartaxeiro optou por viver no Cartaxo e ali ter a sua casa, mostrando interesse em divulgar as suas obras na terra onde viveu e onde quer voltar a viver.
Martin Santos autografou o seu livro no final da sessão. Seguiu-se um convívio que foi pretexto para brindar ao autor e à sua família.

O MIRANTE cresce mais de 16% no online no primeiro trimestre deste ano

O MIRANTE online teve mais de um milhão de visitas no primeiro trimestre de 2013

O MIRANTE – Diário Online registou um aumento de visitas no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o trimestre anterior (Outubro a Dezembro). Segundo as estatísticas disponibilizadas pelo Google, houve um aumento de 16,21 por cento no número de visualizações que passou de 934.938 para 1.086.513. Se compararmos com o primeiro trimestre do ano passado, o crescimento é ainda maior. Entre 1 de Janeiro e 31 de Março de 2012 tinha havido 868.800 visualizações, o que representa um aumento de 25,06 por cento.
Os números disponibilizados pelo Google revelam o cada vez maior interesse dos leitores na edição online de O MIRANTE, que tem actualizações permanentes e que mais recentemente passou a disponibilizar também notícias nacionais e internacionais. Além das notícias, o site em http://www.omirante.pt apresenta também fotografias e vídeos dos principais acontecimentos da área de abrangência do jornal: os 21 concelhos do distrito de Santarém e os dois concelhos a norte do distrito de Lisboa, Vila Franca de Xira e Azambuja.
A primeira edição online de O MIRANTE surgiu em Novembro de 2002, disponibilizando na altura a quase totalidade dos conteúdos da edição semanal permitindo aos leitores terem contacto com as notícias da região ainda antes de sair a edição em papel. A 13 de Outubro de 2004 é disponibilizado o diário online, dando resposta a uma crescente necessidade de informação regional diária. No início de Março o facebook de O MIRANTE ultrapassou os 10.000 seguidores.

“Nos Bastidores dos Telejornais” – uma conversa com Adelino Gomes

Lisboa aqui tão perto – conversas sobre Cultura e Política no Ribatejo

ImageAdelino Gomes vai a Vila Franca de Xira no dia 10 de Abril pelas 16 horas para falar de jornalismo e de “Nos Bastidores dos Telejornais, RTP1, SIC e TVI”, tema e título do seu último livro que foi também matéria de uma tese de doutoramente no ISCTE. O livro é uma edição da “Tinta da China” e a conversa com o jornalista está integrada num ciclo de palestras, “Lisboa aqui tão perto – Conversas sobre Cultura e Política no Ribatejo”, organizadas por O MIRANTE e integradas na comemoração do 25º aniversário.

A sessão realiza-se no auditório do Museu do Neo-Realismo e tem o apoio da Escola Secundária Alves Redol e da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. A sessão é aberta ao público e terá moderação do director geral de O MIRANTE, Joaquim António Emídio.
Estão já marcadas outras iniciativas para o mesmo local nomeadamente uma conversa com o crítico de televisão Eduardo Cintra Torres que falará de “A televisão e as telenovelas”, dia 19 Abril, às 16 horas. No dia 2 de Maio será a vez de “Dois poetas de dois mundos”; a poesia de Jaime Rocha e M. Parissy em debate no Museu que perpetua a Vida e Obra dos poetas e romancistas mais importantes do último século.